
Dr. Gabriel Ramalho CRP 06/ 212568

Psicoterapia & Dor Crônica
Psicoterapia para adultos, orientada pela Prática Baseada em Evidências e pela formulação baseada em processos.
A dor persistente pode afetar o sono, o humor, a autonomia, o trabalho, os relacionamentos e a participação em atividades importantes.
O acompanhamento busca compreender os processos que contribuem para o sofrimento de cada pessoa, definir objetivos terapêuticos e selecionar intervenções fundamentadas em evidências.
Minha atuação possui atenção especial à dor crônica e às condições de saúde, além de outras demandas psicológicas da vida adulta.
Como o acompanhamento é construído?
A psicoterapia é construída de forma colaborativa e individualizada. O processo começa com uma conversa inicial, avança para a compreensão e formulação do caso e permanece aberto ao acompanhamento dos resultados e aos ajustes necessários.
I. Conversa inicial de 15 minutos
Antes do início da psicoterapia, realizamos uma breve conversa para que você conheça meu trabalho, esclareça dúvidas e avalie se a proposta de acompanhamento faz sentido para suas necessidades.
III. Formulação baseada em processos
Buscamos compreender como emoções, pensamentos, comportamentos, respostas corporais, relações e condições do ambiente interagem e podem contribuir para a manutenção do sofrimento.
V. Intervenções fundamentadas
As estratégias terapêuticas são selecionadas a partir da formulação do caso, das evidências científicas disponíveis e das suas necessidades, características, preferências e valores.
II. Compreensão individualizada
Os primeiros encontros são dedicados à compreensão da sua história, das dificuldades atuais, das condições de saúde e dos impactos desses fatores sobre a rotina, os relacionamentos e a qualidade de vida.
IV. Objetivos compartilhados
As prioridades do acompanhamento são definidas de forma colaborativa, considerando as mudanças mais relevantes para sua saúde, funcionalidade, autonomia e participação em atividades importantes.
VI. Monitoramento e ajustes individualizados
A evolução, as dificuldades e os efeitos das intervenções são acompanhados ao longo do processo. A formulação e as estratégias podem ser revistas sempre que os resultados ou as suas necessidades indicarem novos caminhos.
Uma psicoterapia orientada por processos
Pessoas com sintomas ou diagnósticos semelhantes podem apresentar histórias, necessidades e padrões de funcionamento muito diferentes.
Por isso, o acompanhamento não é definido apenas pelo nome de um transtorno ou pela aplicação automática de um protocolo. A formulação do caso busca compreender quais processos emocionais, cognitivos, comportamentais, corporais e relacionais estão mais relevantes para aquela pessoa e naquele contexto.
A partir dessa compreensão, são definidos objetivos e selecionadas intervenções fundamentadas, acompanhando continuamente os efeitos do processo terapêutico.
O foco não está apenas em qual tratamento corresponde ao diagnóstico, mas no que precisa mudar, nesta pessoa e neste contexto, para que sua vida possa melhorar.
Por que essa perspectiva é importante na dor crônica?
Pessoas com condições médicas semelhantes podem vivenciar impactos muito diferentes sobre o sono, o movimento, o humor, o trabalho, os relacionamentos, a autonomia e a participação em atividades importantes.
A formulação baseada em processos permite compreender como a dor se relaciona, em cada caso, com fatores como medo da piora, evitação de atividades, atenção constante aos sintomas, dificuldades emocionais, isolamento e afastamento de experiências significativas.
O objetivo é construir um acompanhamento personalizado, direcionado às mudanças mais relevantes para a funcionalidade, a autonomia e a qualidade de vida.
Embora minha atuação tenha atenção especial à dor crônica e às condições de saúde, também acompanho adultos que procuram psicoterapia por outras dificuldades emocionais, relacionais e relacionadas a diferentes momentos da vida.
Ansiedade e preocupações persistentes
Compreensão dos ciclos de preocupação, antecipação, tensão, evitação e necessidade de controle que podem interferir na rotina e na qualidade de vida.
Estresse e sobrecarga
Identificação das fontes de sobrecarga, dos padrões de exigência e das dificuldades de estabelecer limites, descanso e recuperação.
Luto e perdas
Acolhimento e elaboração de perdas, separações, mudanças de papel e transformações importantes na vida.
Mudanças e transições de vida
Adaptação a novos contextos, escolhas, mudanças profissionais, familiares ou pessoais que exigem reorganização emocional.
Relacionamentos e vínculos
Compreensão de padrões relacionais, dificuldades de comunicação, conflitos, limites e necessidades presentes nos vínculos.
Trabalho e esgotamento
Reflexão sobre sobrecarga profissional, perfeccionismo, dificuldades de desligamento, perda de sentido e equilíbrio entre trabalho e vida pessoal.
Regulação emocional
Desenvolvimento de formas mais flexíveis de reconhecer, compreender e responder a emoções difíceis ou intensas.
Autoconhecimento e tomada de decisões
Identificação de padrões, valores, necessidades e prioridades que possam contribuir para escolhas mais conscientes e coerentes com o momento de vida.
Cada processo é construído individualmente. A presença de uma dessas dificuldades não determina, por si só, como a psicoterapia será conduzida.
Outras demandas psicológicas
Perguntas Frequentes
